a questão é que trabalhamos para ganhar a vida, para fazermos o que gostamos, para amar, para sermos amados, para pagarmos nossas contas, nossos médicos e nossos luxos, juntamente com as contas dos remédios e do telefone e da internet e da tv via satélite e precisamos ganhar cada vez mais dinheiro porque fazemos despesas além das nossas necessidades e nos entupimos de gordura trans e alcool e procuramos essas pilulas da felicidade para poder dormir ou relaxar e acabamos sofrendo com seus efeitos colaterais que passam com a utilização de novos remedios ou novas distrações e mais uma porrada de coisas supérfulas e superficiais que geram uma roda vida louca e nauseante e se não tivermos a cabeça bem centrada podemos nos perder nessa ciranda louca a dançar uma vida inteira sem ser quem se é, sem fazer o que se quer só para poder aparentar aquilo que não se tem para pessoas que não nos dizem respeito.

loucura né?
quando era criança, curtia brincar de ciranda… a sensação de tontura, do mundo girando e aquela sensação nauseante no estômago. ja me disseram que toda brincadeira é um role playing pra vida adulta, são pequenos ensinamentos e rituais de iniciação… pena que na vida adulta a sensação é a mesma, mas sem as risadas no final da brincadeira.
ah, feliz dezembro pra você também






Ótimo texto, ótimo assunto esse de examinarmos a nós mesmos! Como se nos projetássemos numa mesa como um objeto e verificarmos onde estamos errando mais… E melhorar sempre!