estamos sós no universo: como é viver no momento presente?
Siento que el mundo no para me vuelvo loco / Siento que el sol no calienta nada ni un poco
Vivo en el borde y el filo / De una navaja / Pero por dios en mi tierra nadie se rraja / Mi corazón ya no aguanta esta cansado / una mujer problemas me están matando quiero subirme al balcón /Ver la luna llena quiero volar olvidarme de tanta pena / Si me clavo no la libro oh no no no / No me voy a dar un tiro / Relax
Me voy a estallar / Lo voy a olvidar todo esta noche no quiero pensar /No
Hoy tengo mucho trabajo ya no lo aguanto siento /Que todo conmigo se está pasando /Quiero mudarme a una casa uq este en la playa / Quiero mudarme a una nave de buena talla /Salgo en las noches pensando /
Que estoy prendido / Pero en cambio me lo paso bien aburrido / Busco el calo r en los brazos de una gitana /
Pero al final siempre llego solo a mi cama / Si me clavo no la libro o no no no / No me voy a dar un tiro / Relax
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Essa pergunta, quando proposta naquele primeiro post, me lembrou o que diz quem recomenda a prática de meditação: viver no presente pode ser um antídoto para a ansiedade do dia a dia. Quase tudo o que nos deixa preocupados tem haver ou com o passado ou com o que vc imagina para o futuro.
Temos acesso a muito mais coisas que se tinha antigamente. Temos muito mais informação, opções, atividades.
Dizem que os Japoneses são todos iguais. Por isso talvez eles sejam tão diferentes entre si. Mas na verdade todos nós tentamos criar uma forma original, exclusiva, quem sabe para que seja copiada depois.
Antes estava escrevendo algo sobre estarmos assustados e não consegui pensar em nada, talvez meu medo seja de não poder ser original, ser apenas uma cópia.
O vídeo foi removido pelo usuário, e eu não entendo muito bem espanhol…
Mas gostaria de deixar minha impressão aqui acerca das reflexões que essa sequência de perguntas então me conduzindo.
No exato momento eu deveria estar escrevendo duas monografias finais que preciso entregar em dois dias, tenho provas, tenho viagens programadas para um futuro próximo que precisam ser plenamente planejadas para que nada dê errado, etc e etc. Mas não sei o que eu estou fazendo agora. Estou pensando? Estou fazendo o que? Estou de pijama ainda, às 15h39, lendo coisas e pensando coisas que nada tem a ver com a minha vida.
Acho que é mais ou menos esse o problema.
E a minha vida sendo vivida por qualquer coisa menos eu, é eu vivendo tudo menos a minha vida plenamente, aquela coisa que podemos chamar de vida, aquela energia que quer romper nossa carne e se misturar com o tudo que é a vida plena. Para que pensar em eternidade, no tempo, em mais tempo? Temos todo o tempo do mundo nesse exato segundo. O infinito está em nossa mente, não no relógio.