| Não sei… Se a vida é curta Ou longa demais pra nós, Mas sei que nada do que vivemos Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: E isso não é coisa de outro mundo, [cora coralina] |
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| Não sei… Se a vida é curta Ou longa demais pra nós, Mas sei que nada do que vivemos Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: E isso não é coisa de outro mundo, [cora coralina] |
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olha lá
lá está
e toca
ali feliz
e faz o som
dá o tom
no sol
ao dó
do si ao lá
do sol ao fá
deixa tudo
assim feliz
Não rimarei a palavra sono
com a incorrespondente palavra outono.
Rimarei com a palavra carne
ou qualquer outra, que todas me convêm.
As palavras não nascem amarradas,
elas saltam, se beijam, se dissolvem,
no céu livre por vezes um desenho,
são puras, largas, autênticas, indevassáveis.
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mudou. mudou o tempero do que me era costumeiro. mudaram também alguns medos: foi varrida para fora a velha sujeira do tapete… escancarou: mudou a determinação… o desafio… a emoção. trouxe de volta antiga sina: o círculo sobre o círculo – uma espiral – que nunca termina. benvinda mudança! minha senhora criança, minha grande menina, me ensine a sua dança e me ajude a traduzir em rima meu espírito masculino mesclado n’alma feminina.
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