tem gente que aprende a se relacionar brincando de alfinetar os outros.
nada pode ser dito perto delas sem que discordem e retruquem com algum comentário sulfúrico.
desenvolvem este mau hábito de fazer piadas dos outros e nunca abrem a boca para elogiar nada, não percebend que se tornam desagradáveis, já que ninguém acha graça em ser ridicularizado ou constrangido.
#fikdik
Psicologia é o estudo da mente humana e do processo mental em relação ao comportamento humano. Sutil como é, raramente a psicologia é encarada como uma ciência estritamente falando, sendo inclusive tratada com certo desprezo pelos especialistas das ciências exatas. No entanto no meio de tantas teorias e hipóteses não refutáveis selecionamos 9 fatos da psicológia experimental. Experimentos replicáveis e reveladores que mostraram aspectos interessantes e concretos da mente humana.
Alguns desses experimentos abriram caminhos para novas explorações da mente humana, outros por si só fornecem um conhecimento valiosíssimo. Nas chamadas ciências humanas experimentos são um artigo raro que merecem ser valorizados. Vejamos alguns dos mais importantes:
1. Cachorros de Pavlov: Reflexos condicionados
Descrito em 1903 por um médico russo, Ivan Petrovich Pavlov, o reflexo condicionado resulta de um condicionamento comportamental influenciado por acontencimento externos e que portanto podem ser manipulados. O experimento original foi feito com cachorros. Ele tocava uma sineta e, em seguida, oferecia comida ao cachorro. No início, apenas depois que a comida era oferecida ocorria produção de saliva pelo cachorro; depois de algum tempo, ao som da sineta já ocorria a salivação mesmo sem a comida ser oferecida. Reações deste tipo recebem o nome de reflexo condicionado e estudos posteriores provaram que funcionam igualmente bem com seres humanos.
- Lição: Respostas comportamentais podem ser induzidas por meio de reflexos incondicionados.
2. O Senhor das Moscas: Teoria da Identidade Social
O experimento proposto por Robbers Cave é um clássico da psicologia social e foi conduzido inicialmente com dois grupos compostos por meninos de 11 anos no parque estadual de Oklahoma para quem eram dadas tarefas a cumprir. Ele demonstrou quão facilmente se forma a identidade de um grupo fechado e quão rapidamente este grupo desenvolve preconceitos e antagonismos com quem é de fora.
O pesquisador Muzafer Sherif conduziu uma série de 3 experimentos. No primeiro os grupos se reúnem para combater um inimigo em comum. No segundo os grupos se uniram contra os pesquisadores! No terceiro foi fácil para os pesquisadores fazer os grupos se voltarem uns contra os outros.
- Lição: Grupos fechados tendem ao antagonismo
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antes eu não sabia de onde vinha a inspiração… mesmo aquele desenho bobo que eu rabiscava, tão simples, alegrinho, gorduchinho… vinha de onde?
onde estava no papel, na caneta? porque sempre parecia que ele, já vinha pronto… já tinha um formato e uma história predestinada a ser contada quando começava a ser riscado… eu me redimia à minha função de canal e deixava-o – deixo-o fluir – afinal… leia [+]
pois é
escolha
escolhas…
percebi – nestes dias com os pensamentos voltados para o “caminho da perdição” - que, sabe-se lá como ou pq, eu escolhi viver uma vida pouco superficial.
tipo: nem papos superficiais com desconhecidos consigo sustentar… imagine uma vida pautada pela superficialidade de comportamentos, pensamentos ou ações. se você parar pra conversar comigo cinco minutos numa festa, o negócio logo desanda pra filosofias, politicas, culturas… não sustento o olhar – e a atenção – se o papo for relacionado com coisas que duram uma estação [ moda, marcas, roupas, fofocas, novelas, etc]
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a conversa sobre “o caminho da perdição” repercutiu negativamente ao longo da noite e desta manhã.
percebi que o problema – mais uma vez – não são as pessoas ao meu redor e a “objetificação” que fazem das relações. o problema sou eu que não me adapto a estas “leis sociais”. na realidade: o problema é que não sei me relacionar desta forma.
qual é o preço que você dá para uma pessoa?
qual é o valor que você possui?
somos frutos de uma sociedade e uma cultura muito subjetiva. se tivesse nascido numa aldeia chinesa, ou tribo africana meu valor pessoal seria definido por um dote. eu valeria um valor X material. quem se interessasse por mim pagaria o valor X e pronto, tudo feito… sem subjetividades e/ou suposições.
mas não… nasci aqui, na “barriga da miséria” como bem cantou chico.
e nesta terrinha historicamente nutrida pelos escambos, me vejo numa situação que não quero participar e, muito menos entrar.
e hoje tô pê demais pra concluir qq linha de raciocínio.
passar bem.
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