a conversa sobre “o caminho da perdição” repercutiu negativamente ao longo da noite e desta manhã.
percebi que o problema – mais uma vez – não são as pessoas ao meu redor e a “objetificação” que fazem das relações. o problema sou eu que não me adapto a estas “leis sociais”. na realidade: o problema é que não sei me relacionar desta forma.
qual é o preço que você dá para uma pessoa?
qual é o valor que você possui?
somos frutos de uma sociedade e uma cultura muito subjetiva. se tivesse nascido numa aldeia chinesa, ou tribo africana meu valor pessoal seria definido por um dote. eu valeria um valor X material. quem se interessasse por mim pagaria o valor X e pronto, tudo feito… sem subjetividades e/ou suposições.
mas não… nasci aqui, na “barriga da miséria” como bem cantou chico.
e nesta terrinha historicamente nutrida pelos escambos, me vejo numa situação que não quero participar e, muito menos entrar.
e hoje tô pê demais pra concluir qq linha de raciocínio.
passar bem.






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